sexta-feira, 5 de novembro de 2010

JOSÉ MOTA

Como já anteriomente afirmei, tenho uma boa opinião de José Mota e fiquei contente com a sua escolha.
Entretanto, as qualidades que nele reconhecia eram a coragem, determinação, e uma garrra indomável, quase selvagem. Nunca me tinha detido numa inteligência que me chamasse a atenção e, não o conhecendo pessoalmente, parecer-me-ia um tipo mais para o antipático - o que, desde que apresente resultados, considerava pouco relevante.
O facto, porém, é que as suas declarações e entrevistas nestes últimos dias me revelaram uma inteligência notável, com subtilezas pouco frequentes, ao mesmo tempo que um ligeiro contacto pessoal e a observação da sua postura no lançamento do livro de Ana Linheiro, me deixaram a impressão de ser um homem afável e com sentido de humor.