segunda-feira, 8 de julho de 2013

A SÍNDROME DE ESTOCOLMO

Síndrome de Estocolmo é um estado psicológico particular desenvolvido por algumas pessoas que são vítimas de sequestro. A síndrome desenvolve-se a partir de tentativas da vítima de se identificar com o seu raptor ou de conquistar a simpatia do sequestrador. Pode também chamar-se assim a uma série de doenças psicológicas aleatórias.
As vítimas começam por identificar-se emocionalmente com os sequestradores, a princípio como mecanismo de defesa, por medo de retaliação e/ou violência. Pequenos gestos gentis por parte dos raptores são frequentemente amplificados porque, do ponto de vista do refém, é muito difícil, senão impossível, ter uma visão clara da realidade nessas circunstâncias e conseguir mensurar o perigo real. As tentativas de libertação, são, por esse motivo, vistas como uma ameaça, porque o refém pode correr o risco de ser magoado.
Deste modo o portador desta patologia identifica-se com quem o violenta, e faz a sua defesa, pelo contrário revoltando-se contra quem o gostaria de libertar do seu cativeiro. A libertação passa a ser vista como violentação e vice-versa.
É importante observar que o processo da síndrome ocorre sem que a vítima tenha consciência disso.